A Pandemia influenciou o Agronegócio?

Em tempos de pandemia a saúde e economia dependem muito do que vem do campo. O Brasil é um dos produtores rurais que alimentam o mundo. Dentre os desafios encontrados de quem planta, cria e exporta está o de conciliar a essas atividades com a situação atual do País.


O agronegócio contribui com quase 25% do PIB brasileiro. Os grãos produzidos aqui chegam a alimentar cerca de 1,2 bilhão de pessoas em todo mundo, segundo a Embrapa. Garantindo 20% dos empregos gerados no País, realizando 40% das exportações. Apesar de ter um papel central na economia brasileira, o agronegócio nacional enfrenta ameaças contínuas.


Com a interrupção de funcionamento de feiras livres, escolas, bares, restaurantes e hotéis, outra parte muito afetado pela pandemia foi o de comercialização de produtos da agricultura familiar. Para tornar viável a volta das feiras livres nas cidades brasileiras, o Sistema CNA/Senar lançou no início de abril o Guia Feira Segura, orientando municípios sobre como promover feiras livres evitando o contágio por corona vírus. A publicação foi enviada aos sindicatos rurais de todo o País.


A CNA também levou ao governo a necessidade de prorrogação dos financiamentos e de crédito novo aos produtores rurais. “As medidas anunciadas pelo governo federal precisam de ajustes para que sejam, de fato, a favor do setor”, afirma Lucchi.


Contudo, podemos considerar o agronegócio um importante pilar para a nossa economia, pois mesmo em um ritmo lento e em menor quantidade, foi um dos únicos setores que não pararam de trabalhar durante a pandemia.

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